Desistir do que te destrói não é desistir, é despertar. Há uma diferença entre perseverança e teimosia autodestrutiva. Saber quando soltar não é covardia, é maturidade. Algumas coisas precisam morrer para que você possa viver.
Você não precisa ser extraordinário para ser valioso. Sua humanidade comum já é suficiente. O mundo celebra heróis, mas esquece que são os gestos simples que sustentam a vida.